Fratura do Punho (Radio Distal)

O punho é composto de oito pequenos ossos que se conectam com os dois longos ossos do antebraço, chamados de rádio e ulna. A fratura pode ocorrer em qualquer um desses ossos, sendo a fratura do rádio a mais comum.

As fraturas do punho podem ser estáveis ou instáveis e algumas são mais graves que outras.

Uma fratura no punho ocorre geralmente a partir de uma queda com a mão espalmada. Traumas graves, como acidentes de carro ou acidentes de moto podem gerar ferimentos mais graves. Ossos fracos (por exemplo, na osteoporose) tendem a fraturar mais facilmente.

No momento em que o punho está quebrado há dor e edema (inchaço). Pode ser difícil mover ou utilizar a mão e o punho, porém algumas pessoas conseguem movimentar tranquilamente.

O tratamento depende de muitos fatores, incluindo o tipo de fratura, saúde geral, idade, presença de outras lesões, etc.

Uma tala acolchoada pode ser usada inicialmente para imobilizar a articulação do punho e proporcionar um alívio da dor. Se a fratura não for instável, com pouco ou nenhum desvio um aparelho gessado pode ser usado para conter e auxiliar o corpo na reparação do osso (consolidação). As fraturas desviadas, instáveis e irredutíveis possuem indicação cirúrgica podendo ser utilizados pinos, placas e parafusos ou fixação externa.

O tratamento cirúrgico permite na maioria dos casos que o paciente mobilize todas as articulações sem necessidade de imobilização o que antecipa a recuperação.

Durante a recuperação, é muito importante manter os dedos em movimento para evitar que fiquem rígidos. O tempo de recuperação varia e depende de muitos fatores.  

Após o tratamento da fratura (cirúrgico ou não cirúrgico) será necessário a realização de fisioterapia. Seu compromisso com a fisioterapia e com escolhas saudáveis ​​pode fazer grande diferença na recuperação.